Porque jornalistas são a melhor contratação para um evento corporativo

Iniciamos mais uma vez a temporada de eventos corporativos: convenções de vendas, apresentação de metas e resultados, lançamento de campanhas de incentivo e tantos outros motivos levam empresas a investir em ações grandiosas.

Tudo começa muito tempo antes (ou pelo menos deveria começar), um planejamento mais do que detalhado, seja da própria empresa ou de uma agência eleita pra viabilizar tudo, uma centena de serviços e profissionais envolvidos, mais uma centena de cotações, sondagens e orçamentos: local, cenografia, roteiro, iluminação, tema, vallet, data, horário, conteúdo, agenda, convite, comunicação, budget, a & b, e por aí vai.

E bem lá no início do projeto, surge a necessidade de definir o Mestre de Cerimônias ou o Mediador do evento. Um nome que precisa estar alinhado com diversos pontos.

Ser um Mestre de Cerimônias, vai muito além de ter uma boa voz, uma excelente dicção e uma boa presença, é do bom desempenho dele que depende o sucesso do seu evento, iniciativa, jogo de cintura, conhecimento do evento é fundamental, além de é claro, estar alinhado não só com a sua marca, mas com o escopo do seu evento. São muitas as situações que podem ocorrer durante um evento, e é nesse momento que um bom mestre de cerimônias, com sua experiência vai atuar de forma brilhante, fazendo com que uma gafe, uma falha, um atraso não sejam sequer percebidos pelos demais participantes.

Nesse aspecto, jornalistas, repórteres principalmente, habituados ao “ao vivo”, quando todo e qualquer imprevisto é possível de acontecer, são aposta certa.

Eventos corporativos são regidos pela soberana Lei de Murphy, acreditem, tudo pode acontecer. Microfone falha, o vídeo não entra, um convidado fala além do tempo cronometrado, o tempo aperta demais ou estica demais, sem o expertise do “ao vivo”, esses contratempos são facilmente percebidos pelo público.

Recentemente, 3 eventos grandes ratificaram nossa percepção. Em um deles, o presidente de um grande banco, ou seja, o contratante, fugiu do cronograma e falou mais do que os 30 ou 40 segundo planejados. A mestre de cerimônias recebeu o sinal da produção que deveria interromper imediatamente a fala do “cliente” para que o evento andasse dentro do planejado, e, se não fosse ela uma jornalista experiente, não o teria feito sem que os presentes tivessem claramente percebido que o presidente do banco havia sido tão abruptamente interrompido em seu raciocínio.

Em outra ocasião, uma determinada parte do evento seria transmitida ao vivo dentro de um telejornal.

Dá pra imaginar a loucura que é sincronizar um evento com o momento exato da entrada ao vivo ? Neste dia inclusive, eu pude perceber que dependendo do que se espera, 30 segundos são uma eternidade. 

Um olho na produção, outro no repórter que aguardava sua entrada, outro no teleprompter e tudo deu certo! No momento exato em que a bancada chamou, a parte do evento que deveria ser transmitida começou.

Parece simples, mas é uma precisão cirúrgica.

Ao longo desses anos, já vi tudo, absolutamente tudo acontecer em um evento: gente engasgando, gente com apagão, teleprompter falhar, gente tropeçando, palestrante atrasado fazendo o Mestre de Cerimônias ter que estender sua fala por mais alguns minutos, homenageado não levantar quando é chamado, quando a produção jura que ele tinha confirmado presença, Sr. Lacy ser chamado de senhora, platéia 100% envolvida, platéia 100% inerte. É, posso dizer que já vi Murphy em todas as suas faces, rs.

Jornalistas tem a capacidade de falar sobre qualquer coisa, de fazer as perguntas certas pra extrair dos convidados exatamente o objetivo que se pretende atingir

Se maestria em condução de eventos como mestre de cerimônias é inerente aos jornalistas, em mediação de fóruns e debates então, nem se fala. Esse tipo de atuação deveria ser expressamente reservada à eles.

Não só pela capacidade de condução de temas delicados, controle de tempo e gerenciamento de crise, mas principalmente pelo repertório que eles tem. Jornalistas tem a capacidade de falar sobre qualquer coisa, de fazer as perguntas certas pra extrair dos convidados exatamente o objetivo que se pretende atingir, o conteúdo que se pretende transmitir.

Em muitos aspectos, a contratação de um jornalista, sobretudo os que atuam na TV, sob a pressão constante do “ao vivo” , é, não só estar bem precavido contra qualquer imprevisto, mas principalmente, a oportunidade de enriquecer o evento, agregando conhecimento, experiência, e credibilidade.

Abraços e uma boa semana pra todos nós.

Ah, e se precisar contratar um mestre de cerimônias para seu evento, fique à vontade em conhecer nosso trabalho e compartilhar esse artigo.

Daniele Arantes é formada em Gestão Comercial, com ênfase em marketing e pós graduanda em Comunicação em Redes Sociais. Empresária, é manager dos jornalistas: Patricia Maldonado, Marcelo Courrege, Janine Borba, do atleta Andre Brasil, entre outros profissionais de renome. É proprietária da Connect Pessoas e Marcas, empresa especializada em viabilizar a contratação de profissionais para eventos corporativos e ações promocionais on e offline.

Daniele Arantes
Owner, Connect Soluções Corporativas

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